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Afinal de contas, os dois são diferentes?

Em uma palavra? Sim!

Mas vale a pena ressaltar, não é nada trágico não… o sotaque é naturalmente distinto, há expressões típicas de cada região, como acontece com qualquer idioma, e as vezes acontecem ha alguns desencontros quanto ao sentido de algumas palavras. Contudo, essas diferenças me fazem pensar no portugues de Portugal e o do Brasil. Ou seja, é possivel entender e se fazer entender sem maiores dramas. É apenas preciso uma dose de boa vontade e uma pitada de senso de humor 😉

O que é no mínimo interessante é que em Québec, diferentemente da França, os palavrões tem origem religiosa, reflexo de uma relação bastante tumultuosa com a igreja durante muitas décadas. Alias, a palavra usada aqui para descrever a ação de xingar é sacrer (ou utilizar palavras sacras). Assim sendo, palavras como: óstia, tabernaculo, sacramento, cálice, etc, etc, etc… são beeem mal educadas!

Quer ter uma idéia de como funciona isso tudo na prática? Segue um link bem engraçado feito por alguém que tem muita imaginação e tempo livre!!

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