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… e do mar e de água de côco, decidimos fazer um mais-que-bem-merecido passeio. Já que não tínhamos a quantidade de dias férias pra ir pro Brasil (mas fica pro ano que vem sem falta!!!) conseguimos uma semaninha que acabou rendendo.

Como o inverno foi longo e especialmente frio, deu uma vontade danada de lagartear no sol e andar de canga e chinelo de dedo. Assim sendo, fizemos as malas e fomos pra Cuba (que é um destino extremamente popular por aqui, assim como o México e a Republica Dominicana). A vantagem é que ir pra Cuba custa mais barato, principalmente agora que é baixa temporada. 😀

Como a maioria do pessoal, optamos pelos forfaits tout inclus. Como o próprio nome diz, todas as despesas (ou praticamente todas) são calculadas num pacote, incluindo: passagem, taxas, translados, hotel, comida e bebida. O que fica de fora são: o visto, os passeios, as lembrancinhas e, naturalmente, as gorjetas.

Mas como encontrar um pacote legal?

Uma boa maneira de começar é checando quais as promoções interessantes para as datas que tem em mente em um site tipo o Tripcentral (bem organizado e visual).

Ao encontrar algo possivelmente interessante, vale dar uma espiada qual é a opinião dos que já estiveram lá. Nesse caso, outro site interessante seria o Tripadvisor.

No caso de Cuba, segue alguns detalhes.

O visto

É necessário pra tudo quanto é turista e custa CUC 25$ (podem deixar que vou explicar mais adiante o que significa o CUC, ok?).

Ainda no avião, a equipe de bordo distribue um papelzinho a ser preenchido, que cumprirá a função de visto. Uma metade é destacada logo que passamos pela alfândega e a outra metade é entregue na saída do país, depois do check in.

Apenas uma dica aqui: NÃO PERCA ESSE PAPEL! Basta dizer que sua vida será mais longa e próspera assim, ok?

Os passeios

Todos os hotéis oferecem vários opções, pra todo tipo de gosto e bolso. Acabamos não fazendo nenhum mas ficamos com uma vontade grande de voltar em outra ocasião pra conhecer Havana (que ficava a 4 horas de onibus de onde estávamos). A história é riquíssima e as paisagens são lindas (principalmente depois de ficarmos quase 6 meses sem ver folhas nas árvores… hehehehe).

E o dimdim?

E é aqui que explico o que é CUC! 😀

Em Cuba, nenhum turista é autorizado a utilizar os pesos cubanos. Assim sendo, foi criada uma moeda meio que fictícia, chamada peso cubano convertibles.

O valor do câmbio do CUC segue o dolar americano e há uma pequena depreciacão com relação ao dolar canadense (3% se não me engano). Pra simplificar nossa vida, chegamos a conclusão que era um por um e, assim, dava pra ter uma noção dos preços.

Os pontos altos?

1) O povo cubano é gentil, atencioso e politizado. Foi um grande prazer conhecer várias pessoas interessantes.

2) As frutas:Ai-que-saudades-que-estava-de-comer-mamão!!! Manga!!!! Beber água de côco!!! Ahhhhh….

3) O mar: com água morna e um azul de tirar o fôlego.

Pontos fracos?

1) Mania dos hóspedes de levantar as 5 da matina pra reservar as cadeiras na praia… brrrrrrrr…

2) Até lá toca “Ai se te pego”… e com uma frequencia assustadora….

3) Sete dias passam rápido demais!!! 😉

Como não poderia deixar de ser, segue fotinhos:

SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC Um ótimo findi a todos!

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